Home Esportes Basquete Gene Melchiorre: a primeira escolha da NBA que nunca amarrou

Gene Melchiorre: a primeira escolha da NBA que nunca amarrou

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Todos nós sabemos o que fazer. Quando a primeira escolha geral falha, a internet entra em erupção. LaRue Martin? Quatro temporadas. Anthony Bennett? Quatro temporadas. Temos nossa lista de naufrágios. Mas há um candidato para a pior escolha do draft da história da NBA que nem sequer tem pontuação na caixa.

Gene Melchiorre foi levado pela primeira vez em 1951.

Ele nunca jogou um único jogo da NBA.

Nem um minuto. Sem estatísticas. Sem destaques. Apenas uma escolha de primeira rodada que desapareceu antes da denúncia. Por que? Porque ele foi banido da liga após um escândalo de jogo.

É o “e se” definitivo que não existe. A maioria dos fãs pensa nas apreensões como caras que tentaram e falharam. Melchiorre é diferente. Ele não falhou. Ele foi desclassificado desde o início. A NCAA o considerou inelegível devido a escândalos de redução de pontas, e a NBA honrou essa decisão. Ele era uma estrela do ensino médio, talvez até uma estrela da faculdade, mas o estrago estava feito. A liga não queria fazer parte dele.

Então, quando você ouve as pessoas debaterem sobre a pior primeira escolha, elas falam sobre potencial desperdiçado. Com Melchiorre, o potencial foi apagado. Ele foi selecionado pelos Milwaukee Hawks. Eles o convocaram. Então eles perceberam que não poderiam usá-lo. A papelada foi arquivada. A seleção permaneceu, mas sua carreira não.

É uma nota de rodapé estranha. Um nome no livro dos recordes sem nenhum jogo disputado. Sem pontos. Sem rebotes. Apenas um número de rascunho.

Ele é o pior? Em termos de impacto, sim. Impacto zero. Em termos de tragédia? Talvez não. Ele não foi vítima de um mau treinamento ou de um mau ajuste à equipe. Ele foi vítima de suas próprias escolhas. O escândalo do jogo fechou a porta antes mesmo de ele passar por ela.

Lembramo-nos de Bennett porque ele usava o uniforme. Ele parecia perfeito. Ele jogou o jogo, mas não bem. Melchiorre nem teve essa chance. Ele é o fantasma do draft. A primeira escolha que não era realmente uma escolha.

Isso faz você se perguntar. Se as regras tivessem sido diferentes? Se a NCAA o tivesse deixado jogar? Estaríamos falando dele da mesma forma que Wilt Chamberlain ou Oscar Robertson? Provavelmente não. Mas o “e se” é a única coisa que ele tem.

Os livros de recordes da NBA o listam como a primeira seleção geral de 1951. É isso. Um nome. Um ano. Uma proibição.

É um lembrete claro de que ser o primeiro não significa muito se você não tiver permissão para jogar. A maioria das apreensões pelo menos tenta. Melchiorre não. Ele é a única primeira escolha geral na história da NBA com zero na coluna de jogos. E esse zero é permanente.

Há uma simetria estranha nisso. A posição de draft mais alta. A menor saída possível. Não porque lhe faltasse talento. Mas porque ele não tinha permissão.

Seguimos em frente. Novas escolhas. Novas esperanças. Novas apreensões. Mas Melchiorre fica lá. Primeira escolha. Zero jogos. O último não-evento.

É um cantinho sombrio da história da NBA. Aquele que não recebe atenção suficiente. Porque não há estatísticas para analisar. Nenhum filme para assistir. Apenas um nome e uma razão pela qual ele nunca

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