Deitado no chão: uma vibração ou uma terapia real?

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Se você rolou a desgraça recentemente, provavelmente já os viu.

Os adultos se espalharam. No tapete. O azulejo. A madeira dura. Não necessariamente cochilando, mas apenas estar. A mídia social chama isso de Floor Time e, aparentemente, é o novo Santo Graal do alívio do estresse.

@ian_horak diz que parece a melhor parte do dia dele. @emilyhessey chama isso de bom para a alma. Um cara disse que suas costas não doem.

Deitar no chão do seu quarto é realmente útil? Ou é apenas um comportamento estranho que estamos normalizando porque nossa espinha está desmoronando?

Aqui estão os detalhes de terapeutas reais.

O Conceito

É autoexplicativo. Você vai para o chão.

Desiste. Modo anjo da neve. Posição fetal. Ele imita a hora de ficar de bruços para bebês – exceto sem babar ou necessidade de marcos de desenvolvimento. A ideia é simples. A gravidade encontra a gravidade.

Por que seu cérebro pode gostar

Lauren Maher. Professor de ioga. Terapeuta. Ela adora andar no chão.

Por que? Porque força uma parada.

“Pode ser uma pausa mental rápida e fácil… e ganhar uma nova perspectiva.”

Geralmente estamos de pé. Sentados em cadeiras que odeiam a parte inferior das costas ou em filas de supermercados. Para cima significa trabalho. Para cima significa rolar. Para baixo significa pausa.

Rio Wilson, outro terapeuta, diz que os profissionais da área física usam pisos duros há anos para desenvolver a consciência corporal. Uma cadeira macia protege você da realidade. Um piso não.

Marty Maidenberg aponta um fato mecânico: deitar-se retarda a resposta ao estresse.

Sua frequência cardíaca cai. A respiração se aprofunda. O pânico em relação à próxima terça-feira fica ligeiramente em segundo plano. Não resolve terça-feira. Mas faz com que terça-feira pareça menos estar gritando com você.

O efeito de aterramento

Existe um componente tátil.

Você sente a textura do tapete. O frio da madeira. Você olha para o teto até que as rachaduras se tornem arte.

Wilson observa que o apoio total cria segurança. Nenhum músculo lutando para manter sua cabeça erguida. Apenas se renda. Algumas pessoas acham isso assustador. A maioria apenas expira.

Maher vê isso o tempo todo em seus clientes. De castigo. Calma. Respirando completamente. É difícil respirar profundamente quando você está debruçado sobre o teclado.

O ângulo da dor nas costas

Curvar-se é igual a tensão. Isso é física.

Ficar curvado por oito horas dá nó nos ombros. Aperta o pescoço. Comprime a coluna. Deitar sobre uma superfície firme pode desfazer parte disso. Permite que a coluna se neutralize. Para resolver.

Isso ajuda você a sentir onde está tenso.

Mas ouça com atenção.

A dor não é universal. Para pessoas com artrite ou problemas nos quadris, uma laje de concreto é uma tortura.

“Se deitar no chão aumenta a dor… não é a estratégia certa.”

Se doer, pare. É tão simples. Um piso duro é implacável. Se você tiver ferimentos, o chão irá lembrá-lo.

Postura e humor

Isso consertará sua desleixo permanentemente? Não.

Wilson é claro. O tempo de chão cria consciência e não uma cura. A verdadeira mudança de postura requer força e hábitos de movimento. Ficar deitado não constrói músculos.

Mas humor? Talvez.

Estresse e humor estão interligados. Se você diminuir a frequência cardíaca, a irritabilidade diminui. Maidenberg chama isso de reinicialização. O corpo recarrega. Você para de se sentir como uma mola enrolada prestes a quebrar.

Não é medicamento para depressão. Não espere resultados clínicos. Mas como ferramenta? Funciona para desconectar o ruído.

O Veredicto

Experimente se você for flexível. E jovem. E seus pisos não são pegajosos.

Wilson alerta que não é para todos. Levantar é difícil. Ficar abaixado é mais difícil. Problemas de equilíbrio ou dores nas articulações significam ignorá-lo.

Em vez disso, deite-se em um sofá. Use uma cama. A superfície importa menos do que o ato de parar.

Não trate isso como uma intervenção médica.

Continue se exercitando. Continue dormindo. Ligue para seus amigos. O tempo de chão é apenas… um momento.

Uma pequena pausa horizontal no caos.