As redes sociais muitas vezes divulgam conselhos conflitantes sobre a saúde das mulheres, deixando muitas confusas sobre o que realmente afeta seus hormônios. Para eliminar o ruído, o Dr. Lucky Sekhon, obstetra / ginecologista e endocrinologista reprodutiva certificado, esclarece três crenças generalizadas. Aqui está o que a ciência realmente diz.
Treinamento de resistência e equilíbrio hormonal: um sim qualificado
Dr. Sekhon confirma que o treinamento de resistência pode influenciar positivamente a saúde hormonal, principalmente combatendo a resistência à insulina. O tecido muscular é mais metabolicamente ativo que a gordura, o que significa que ajuda o corpo a processar a glicose de forma eficiente. A sensibilidade aprimorada à insulina cria um efeito cascata, afetando também o sexo, o apetite e os hormônios do estresse.
Muitas pessoas apresentam algum grau de resistência à insulina, e construir músculos é uma forma eficaz de neutralizá-la. Embora não seja uma solução mágica, é uma ferramenta poderosa para otimização hormonal.
Estresse e fertilidade: a verificação da realidade
O estresse extremo pode prejudicar a fertilidade, especialmente quando associado a uma restrição calórica severa ou a um gasto energético excessivo. Este tipo de estresse fisiológico pode suprimir os hormônios reprodutivos, levando a ciclos irregulares e ovulação prejudicada. No entanto, é improvável que os fatores estressantes diários do trabalho ou da vida pessoal tenham um impacto direto na fertilidade.
A gestão do stress crónico continua a ser importante, pois pode transformar-se noutros problemas de saúde, mas o pânico face às pressões diárias é muitas vezes injustificado.
Dieta e fertilidade: não se trata apenas de comida
Embora a dieta seja inegavelmente crucial, o Dr. Sekhon enfatiza que ela não é o único determinante da fertilidade. Padrões alimentares ricos em nutrientes, como a dieta mediterrânica, podem apoiar significativamente a saúde reprodutiva. Esta abordagem, conhecida pelos seus benefícios para a saúde do coração, também aumenta a fertilidade através da sua abundância de antioxidantes, proteínas magras e da evitação de alimentos processados.
“Qualquer coisa que seja melhor para a saúde do coração tende a ser melhor para a fertilidade”, diz Sekhon. Mas não é uma panaceia; outros fatores de estilo de vida e condições médicas também desempenham um papel.
O resultado final
Apoiar a saúde hormonal requer uma abordagem holística. Embora a dieta e os exercícios sejam ferramentas poderosas, o gerenciamento do estresse e a busca de orientação profissional continuam sendo essenciais. Simplificar demais o processo pode levar à frustração e à desinformação. Se você quiser saber mais sobre saúde reprodutiva, o novo livro do Dr. Sekhon, The Lucky Egg, fornece conselhos baseados em evidências sobre como lidar com a fertilidade em qualquer fase da vida.
